A realização de uma meta – A concretização de um objetivo

Desde os primórdios, podemos observar o interesse de Deus em fazer conhecer aos homens sua soberana vontade, através da criação, promessa abrâmica, anunciação da salvação por meio de seu Filho Jesus e criação para Si de um povo santo, que o adore livremente, por espontânea vontade, reconhecendo seu amor infinito e “constrangedor” (5).

Através de Jesus, Deus cumpriu uma das maiores promessas feita à Abrão, sobre seu “descendente”(6), permitindo com que Jesus cumprisse a analogia feita a mais de 4000 mil anos  e sendo crucificado num local provável ou bem perto do próprio local onde Abraão teve sua fé provada com a petição de seu único filho em sacrifício ao Senhor (7).

Jesus, por sua vez, diferindo da provisão do cordeiro a Abraão, não teve qualquer provisão e levou sobre si nossas doenças e nossas maldades repassadas pelo primeiro homem – Adão. (8)

Fora então substituído o sacrifício de cordeiros e outras aspersões, pelo maior de todos, sacrifício de Jesus – “que como cordeiro não abriu a sua boca”(9). Quebrou a tradição – “não mais rasguem suas vestes, mas agora rasguem os vossos corações” (10) – não mais ofereçam sacrifícios vivos, mas sim apresentem “os vossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”(11).

Para transmitir sua mensagem utilizou frases e conceitos impactantes como o “nascer de novo” (12) a “água viva” (13) – Jesus nos mostrou que as coisas sabias dEle, fariam confundir as coisas vis e loucas deste mundo (14). Temos fortes motivos para acreditar que se Jesus viesse em nossa época ele quebraria algum de nossos “costumes”, para chamar a atenção e tornar a priorizar nossos reais objetivos como “corpo”.

Sua ordenança sobre a evangelização não foi um mandado de última hora, do tipo: “Ah!, antes que eu acenda ao meu Pai, tenho uma última “coisinha” para falar: “Falem de mim para outras pessoas””. Pelo contrário, Jesus veio para cumprir o Plano Divino, pregou o plano divino através da expansão do evangelho aos judeus e aos gentios, viveu este plano, cumpriu e deixou em todos os momentos bem claro que a nossa maior responsabilidade é MISSÕES, não somente onde moramos, mais também na Judéia, Samaria (terra dos gentios), e até os confins da terra (15). ( permitam-nos acrescentar: Também aos tuaregues (povo do deserto no Níger e Norte da África), aos Wodaabes, aos Sikis, aos “novos sauditas”, aos Bérberes, aos Fulas, e até aos Lisus na China “da perseguição” – enfim a todos – não deixando também de anunciar obviamente aos nossos vizinhos.

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